09 dez
A temporada de festivais de música eletrônica no Brasil chegou ao fim com grande estilo, com a primeira edição do EDC, que aconteceu na última sexta e no sábado (4/12 e 5/12) e levou umas 90 mil pessoas pro Autódromo de Interlagos. Para essa multidão estavam disponíveis aproximadamente umas 20h de música eletrônica, selecionadas e executadas por 80 artistas espalhados por três palcos diferentes, o bassPOD, o neonGARDEN e o kineticFIELD, além de um deck ambulante que ficava percorrendo as pistas e levava a galera atrás, tipo trio elétrico mesmo.

O primeiro dia foi tranquilaço — sem filas e sem estresse. A animação ficou por conta dos dois petardos do palco principal: o consagrado Tiësto e o novinho Martin Garrix emocionaram a galera com os seus sets repletos de hits e emoção progressive house. No palco de bass, o Tropkillaz fazia a honra de colocar todo mundo pra pular.

E nem a chuvona do segundo dia conseguiu desanimar a galera, bem maior no sábado. Steve Aoki tocou seus hits e abriu para a estrela da noite: o Skrillex, que começou o set com “Rap das Armas” e, daí pra frente, foi só pedrada, incluindo remixes de “Bololo Haha” do MC Bin Laden, e o sertanejo festeiro “Eu quero tchu, eu quero tcha”. Épico!

O festival ainda trouxe uns brinquedões estilo Playcenter pro autódromo: uma roda-gigante, um Disko (basicamente um barco viking que girava), além do Chapéu Mexicano, oferecimento da Skol Beats, que deixava a galera tontinha só de olhar. Se liga nas fotos do I Hate Flash. 











 

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